Magnus
Esta noite, não consegui mais me conter. As paredes da mansão pareciam se fechar ao meu redor, e os meus passos inevitavelmente levaram-me ao quarto dela. O quarto dela, porque eu me recusara a dividir o meu com ela. Outra tentativa patética de manter distância. Entrei sem bater — por que deveria? Tudo nesta casa me pertence, inclusive ela. E então eu a vi.
Ela saía do banheiro enrolada numa pequena toalha branca que m*al cobria o essencial. Gotas de água escorriam pelo seu pescoço, desa