A primeira lágrima caiu sem aviso. Depois outra. E outra. Até que me vi no chão, com as costas contra a cama, soluçando silenciosamente. Porque, mesmo em meio à minha dor, eu estava condenada ao silêncio.
Eu não chorava por causa de suas palavras cru*éis. Eu chorava por tudo que tive que suportar, chorava porque a vida tinha sido tão injusta comigo, chorava porque não bastava ela ter tirado a minha voz. Agora ela havia tirado também a minha liberdade e a minha felicidade.
Porque Magnus Corleone