Eu estava nervosa. Mais do que queria admitir. Teríamos que passar a noite aqui — e não me leve a mal, eu queria estar aqui. Eu queria passar a noite aqui. Mas as borboletas no meu estômago já tinham virado um vendaval. Além disso, eu teria que implorar para minha avó permitir. Teria que mentir para ela, dizendo que ficaria em um quarto separado.
Mas o quarto era o mesmo. Enorme, sim, mas uma única cama no centro.
Eu engolia em seco a cada minuto, enquanto o telefone chamava, chamava e chamava.