Tínhamos voltado ao trabalho. A rotina de sempre, mas o café da manhã daquele dia foi diferente. Antes, eu acordava cedo, preparava o café exótico que ele gostava e seguíamos para a empresa em silêncio confortável. Mas agora… eu sentei no banco de trás com ele, e conversamos o caminho inteiro.
Eu estava tão apaixonada. Tão perdida nele.
Queria ficar perto dele o tempo todo. Sempre e sempre.
E, ao mesmo tempo, me assombrava um medo silencioso: será que essa paixão um dia acabaria? Mas não. Mesmo