Rosemary
— CRIANÇAS, NÃO! — grito e derrubo os cupcakes.
Eu trouxe as crianças para a empresa que o pai delas é o CEO. Eles adoraram sentar na cadeira dele e fingir que são CEOs poderosos.
Eu me distraí por um segundo, e eles saíram correndo para fora. Corro até eles e vejo uma senhora que aparenta ter 60 anos dar um cupcake para cada um.
— Eu já falei que vocês não podem aceitar nada de estranho! Vão para dentro.
Eles me obedecem.
Corro atrás da mulher.
Por sorte, consigo encontrar a bandida em uma praça.
— Eu fiz o trabalho, faça o Pix.
— Tiro o celular das mãos dela.
— Ei, me dá meu celular!
— Olha, eu não bato em idosos, mas vou colocar a senhora em uma cela imunda do presídio para sempre se não me contar se foi a vadia da Renata que te pagou para envenenar os meus filhos.
A mulher entra em pânico e pega um cupcake dentro da cesta que está no chão.
— Eu não vou passar os poucos anos que me restam na cadeia.
A mulher fica pálida como um fantasma e cai no chão. Seus olhos se tornam