Nos dias seguintes, a pousada virou um refúgio. Não havia telefonemas urgentes, reuniões tensas ou olhares desconfiados. Apenas o barulho do mar ao amanhecer, os cafés da manhã demorados na varanda e a sensação de estar longe de tudo que nos machucava.
Matheus parecia respirar melhor ali. Ele dormia melhor, ria mais. Ainda havia momentos em que ficava distraído demais, perdido em pensamentos, mas era diferente. A irritação e o esgotamento dos últimos dias tinham dado lugar a um tipo de calma no