O silêncio dentro do carro era sufocante.
Desde que saímos do restaurante, Matheus estava ainda mais fechado. Seus dedos estavam brancos de tanto apertar o volante, os músculos do maxilar travados, e seu olhar focado na estrada como se tentasse controlar algo dentro de si.
Eu queria ter coragem de perguntar sobre o que havia acontecido, se eu tinha feito algo que pudesse lhe ofender. Talvez fosse por ter reparado a forma como agi estranha depois do vinho, devia querer se livrar de uma mulher com