Alexander olhou para a jovem com ternura, seus olhos suavizados por uma mistura de empatia e pesar. Agora o pôr do sol projetava luz dourada pelas janelas da sala, tingindo o ar com uma melancolia tranquila. Agatha permanecia em silêncio, apenas o observando, esperando por uma resposta que talvez já temesse.
— Agatha, me desculpa... — disse ele, sua voz baixa, quase um sussurro carregado de sinceridade — mas eu não posso contar sobre a vida do Vitor, sem a permissão dele.
Fez uma breve pausa,