Rangel observou Tayanara com atenção, tentando decifrar os sentimentos que ela não verbalizava. A achou estranha, o silêncio dela dizia muito mais do que qualquer resposta direta.
Ele encostou ao lado da cama, mantendo o olhar firme nela.
— Você quer alguma coisa? Precisa que eu traga alguma coisa depois?
— Logo vai pro quarto.
Tayanara respirou fundo, sem energia para prolongar conversas desnecessárias.
— Não, obrigada. Só quero ver meu filho.
A simplicidade da resposta fez Rangel ficar c