Foram dormir falando sobre a mudança dela, sobre quais coisas iriam vender, doar.
Eram exatamente 7horas da manhã quando a campainha tocou. Uma, duas, três vezes, insistente, como quem não tem dúvida de que será atendida. Rangel acordou com o som e já sentou na cama com um pressentimento incômodo.
— Não pode ser… — murmurou, esfregando o rosto. Foi atender.
Tayanara, ouviu o barulho da porta sendo aberta e, em seguida, a voz alta e inconfundível de Nazaré preenchendo a casa.
— Bom diaaaa! C