Rangel não recuou. Mesmo diante da frieza de Tayanara, mesmo com o ódio explícito nos olhos dela, ele sabia que não poderia simplesmente ir embora sem dizer o que precisava.
— Tay, por favor… só me dá cinco minutos. — insistiu, com a voz mais baixa, quase um pedido.
Ela apertou a sacolinha que segurava, como se estivesse decidindo se cedia ou se simplesmente o ignorava de vez. Mas antes que pudesse responder, ele continuou.
— Eu soube da sua mãe. Sinto muito. Meus pêsames!
As palavras vieram