A luz do amanhecer entrava suave pela janela do quarto. Não era mais aquela claridade agressiva de sol forte do alto do morro — era uma luz tímida, como se o mundo lá fora ainda tivesse receio de anunciar um novo dia. O som do monitor cardíaco ainda pulsava em seu ritmo constante, mas agora, aos ouvidos de Rei, parecia uma música de fundo distante, quase como se pertencesse a outro universo.
Ele piscou com lentidão, ainda sentindo os resquícios da anestesia no corpo e uma exaustão quase desuma