capítulo 63

CAPÍTULO 63 — O ABRIGO QUE ELES NEM PERCEBERAM QUE TINHAM

O dia tinha sido longo, mas Arthur não reclamava. Desde que ele e Helena começaram a se reaproximar de maneira natural — sem promessas, sem pressões, apenas convivência — algo dentro dele parecia ter voltado ao lugar.

Ele verificou o relógio enquanto o carro estacionava diante da escola de Théo. Estava alguns minutos adiantado, mas isso não o incomodava. Pelo contrário.

A sensação de esperar por Théo era estranhamente confortável.

Assim que o sino tocou, a porta se abriu e as crianças começaram a sair em pequenas ondas animadas. Théo apareceu na terceira, mochila pendendo por um lado, cabelo bagunçado, falando algo empolgado com um coleguinha.

Quando seus olhos encontraram os de Arthur, seu rosto se iluminou imediatamente.

— Arthur! Você veio mesmo!

— Claro que vim — Arthur respondeu, sorrindo verdadeiramente. — Promessa é promessa.

Théo correu até ele e o abraçou sem hesitar. Um gesto pequeno, mas que sempre pegava Art
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