Capítulo 41

Melinda.

Ele tinha deixado eu ver minha menina por alguns minutos. Só isso já me deu um suspiro no meio desse pesadelo. Mas na minha cabeça só passava uma frase:

“Eu vou fugir daqui. Nem que eu morra tentando.”

Pesadelo insistiu em me vestir com as melhores roupas, como se desse pra me comprar assim. Um vestido preto, colado no corpo, e eu tive que vestir bem na frente dele.

– A gente podia ser um casal foda. Já pensou tu, dona de tudo isso aqui? – ele disse me guiando até o carro dele.

– Eu e as mil mulheres que tu tem naquela casa, né? – respondi, porque ouvi os caras comentando.

– Eu dispensava todas por tua causa. Tu tem algo que me atrai – ele disse.

– A combinação do teu cofre tatuada na minha bunda literalmente? – revirei os olhos.

– Isso. Tu é ousada. Nenhuma mulher fala assim comigo – ele sorriu. – Todas sempre fizeram tudo o que eu mando, com medo. E tu não tem medo nem se minha resposta for um tapa na tua cara.

Ele tomou uma dose de gim. Eu tomei vinho. Deus me livre ficar
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