Melinda.
Eu estava tão inchada que parecia a Rasputia daquele filme, juro.
Mas hoje era o dia: ia descobrir o sexo do meu bebê.
Se fosse menino, Kaíque.
Se fosse menina, Luna.
— Amiga, olha isso aqui que fofura! — Thomas falava, empolgado, me mostrando fraldas ecológicas, roupinhas, mordedores e até uma banheirinha portátil.
Enquanto ele surtava no setor de bebê, eu estava mexendo nos stories de Pablo.
Desativei a minha conta por um tempo e criei outra.
E lá estava ele: pousando com a “fiel” dele.
Hahaha. Espero que seja muito infeliz.
— Tá assim por quê? — Thomas perguntou.
— Nada! — respondi e entrei na clínica. Logo fui chamada.
Deitei na maca, ela passou o gel gelado na minha barriga e ligou o ultrassom 3D.
O rostinho apareceu tão nítido que meu coração quase saiu pela boca.
— Meu Deus, isso aqui vai nascer a cara do pai! — Thomas exclamou.
— Para com isso! — reclamei, mas no fundo… parecia mesmo.
— Bom… tudo indica que é uma menina — a médica disse.
Quase chorei.
— Porque homem c