Enrico permaneceu sentado na recepção, o corpo rígido, os olhos fixos no chão.
O telefone vibrou em seu bolso. Ele pegou o aparelho quase num impulso.
Era uma mensagem de Júlia:
“Ela não disse nada. Cecília ainda não falou nenhuma palavra e não quer vê-lo agora.”
O coração de Enrico apertou, um nó de angústia se formando no peito. Ele passou a mão pelo rosto, tentando controlar a mistura de frustração e desespero que o dominava.
Pouco depois, o policial reapareceu, a expressão séria.
— Enrico —