O apartamento de Cecília estava silencioso quando ele entrou. O cheiro familiar dela pairava no ar, doce e leve, contrastando de forma quase dolorosa com o peso que ainda carregava nos ombros.
Encontrou-a no quarto, sentada no chão ao lado da cama, com uma pequena pilha de roupas dobradas ao lado. Estava concentrada, os cabelos presos de qualquer jeito, a testa levemente franzida.
— Você devia estar descansando — disse ele, encostando-se ao batente da porta, a voz soando mais firme do que prete