O sol de fim de manhã atravessava as janelas abertas do novo apartamento, espalhando uma claridade que realçava o piso de madeira e as paredes ainda nuas. O ar fresco trazia o cheiro de tinta nova misturado ao de papelão das caixas empilhadas. Para Cecília, era como se estivesse vivendo um sonho — mas um sonho ainda em construção.
A sala, ampla e iluminada, parecia maior do que ela lembrava na primeira visita. Talvez porque agora estava quase vazia, exceto por duas caixas abertas, uma mesinha d