Enrico permaneceu imóvel do lado de fora da porta, os punhos cerrados tanto pelo esforço de contê-la quanto pela raiva que ameaçava explodir a cada movimento de Cecília. O ar do apartamento chegava até ele, pesado e carregado de tensão, e cada gesto dela parecia martelar em sua paciência. Ele respirava fundo, contando mentalmente cada segundo, tentando convencer a si mesmo de que não podia atravessar aquele limite.
Era uma batalha silenciosa: a necessidade de proteger, de expulsar o desgraçado d