O quarto estava silencioso, a luz suave entrando pelas cortinas como se tivesse medo de incomodar. Abigail tinha acordado fazia alguns minutos, estava deitada, o olhar hesitante e a expressão confusa, enquanto Marcos e Luiza permaneciam ao lado da cama, atentos a cada gesto da filha. A respiração dela era irregular, curta, como se estivesse lutando para compreender o que ainda não havia sido dito por completo.
Marcos respirou fundo, sentindo o peso da responsabilidade e da ansiedade. Tentou esc