Ela voltou. Caminhou pelo quarto em silêncio, os olhos ainda marcados pelo choro que com certeza tentou esconder. A camisola que vestia fazia tudo nela parecer ainda mais frágil... E mais improprio.
Era só uma menina.
Me virei de costas, tentando sufocar o nó que se formava na minha garganta. As paredes pareciam me esmagar. Essa merda toda estava virando um teatro de horrores.
— Dante...? — a voz dela quebrou o silêncio. — Ainda esta irritado?
Soltei o ar, rindo sem humor.
— Não, Serena. To óti