Na alvorada seguinte Ă noite de promessas e estrelas cintilantes, a aldeia despertou em silĂȘncio reverente. Nenhum tambor rufou, nenhuma tocha crepitou. Os guardiĂ”es, curandeiros e sentinelas andavam com passos leves, como se receassem despertar nĂŁo apenas a criança, mas algo muito mais antigo â o ventre do mundo que parecia respirar junto ao jardim lunar.
No centro da clareira, Lysandra permanecia em repouso. Ainda que seu corpo estivesse quieto, o relicĂĄrio em seu ventre brilhava de forma con