O vento soprava suavemente entre as árvores da floresta ao redor da aldeia, carregando consigo um aroma de terra molhada, madeira recém-cortada e ervas queimadas. A lua cheia, que outrora significava descontrole e dor, agora pairava sobre o céu como uma sentinela silenciosa, testemunha do novo ciclo.
Lysandra não dormiu naquela noite.
Aric também não.
Havia algo pulsando sob suas peles — um brilho prateado quase imperceptível, como se os símbolos do ritual ainda ardessem em brasa, vivos, com vo