A noite caiu sobre a aldeia como um véu de veludo escuro, pontilhado por estrelas cintilantes. Ao longe, o uivo da Primeira Guarda Lunar ressoava como uma promessa: a promessa de que os tempos de medo haviam passado. Mas sob a tranquilidade aparente, algo começava a se agitar — nas raízes da terra, nas sombras entre as árvores, no sangue de Lysandra.
Ela acordou subitamente, os olhos arregalados, a respiração presa na garganta. Havia estado sonhando — mas não com visões comuns.
No sonho, uma fi