Mundo de ficçãoIniciar sessãoCrystal Dixson sempre foi apaixonada por livros de romances. Ela é fascinada por histórias de mafiosos perigosos que se rendem ao amor de garotas inocentes; cresceu sonhando com relacionamentos intensos e finais felizes. Aos dezenove anos, nunca teve um namorado, pois nenhum homem parecia capaz de alcançar o padrão dos protagonistas dos livros que tanto ama. Tudo muda quando conhece Romeo Esposito, um homem misterioso, frio e reservado, cuja presença desperta nela sentimentos avassaladores. A atração entre os dois é imediata, e Crystal logo se vê completamente apaixonada. Apesar da intensidade do romance, o comportamento distante de Romeo e seus constantes desaparecimentos começam a prejudicar o relacionamento. Quando vê nos jornais uma foto dele ao lado de outra mulher, ela decide colocar um fim no relacionamento. Porém, pouco tempo depois, Romeo reaparece com uma proposta inesperada: um casamento por contrato. Ele precisa de um visto para permanecer no país, enquanto ela necessita de dinheiro para continuar pagando a faculdade e morando em Nova York. Mesmo sabendo que ainda o ama, Crystal aceita o acordo. Com o tempo, o relacionamento deixa de ser apenas um contrato, e os sentimentos entre os dois se tornam cada vez mais reais. Eles vivem momentos felizes até que Crystal é sequestrada e descobre a verdade sombria sobre o homem com quem se casou. Romeo é o temido executor da Cosa Nostra, conhecido por ser o mais cruel e sanguinário assassino da Itália. Ao ser arrastada para o perigoso mundo da máfia, Crystal percebe que sua vida se transformou em um verdadeiro romance sombrio, onde sangue, violência e traições são reais. Agora, ela precisa decidir se o amor intenso que sente por Romeo será suficiente para sobreviver ao mundo cruel ao qual passou a pertencer.
Ler maisCapítulo 1
Crystal Dicxon Acordei com o barulho de notificação em meu celular, olhei para a tela iluminada e vi que era um email da faculdade. Minha mensalidade ainda não havia sido paga o que era estranho meu pai nunca atrasava as mensalidades. Olhei as horas vendo que ainda está cedo, papai ainda deve estar em casa ele só sai para o trabalho as oito da manhã. Fazia tempo que não nos falavamos, não eramos muito proximos. Não depois que a mamãe morreu em um acidente de carro e ele mal esperou o enterro para se casar com a amante grávida. Ainda assim tive que morar com eles por quatro anos até poder ir para a faculdade. Foram anos em que aguentei os abusos da minha madrasta enquanto ele era omisso, sofri com o luto pela morte da minha mãe e com os constantes maus tratos de Mirian, foi uma faze muito difícil para mim, e ainda doi lembrar disso. Pagar os meus estudos e minhas despesas aqui em Nova York, é o minimo que o meu pai pode fazer depois de tudo que sofri, ainda assim uma parte de mim acredita que ele faz isso por que se importa comigo, talvez seja uma parte idiota, mas é assim que eu me sinto. Gina minha melhor amiga e visinha desde sempre veio comigo para Nova York, esse era o nosso sonho de infância, morar juntas, estudar na universidade de Nova York e depois que nos formarmos abrir um restaurante, ela cuidaria da parte finaceira, já que estudava administração e eu da cozinha, pois estudo gastronomia e artes culinárias. Por enquanto tudo tem dado certo. Com um suspiro resignado digito o número do meu pai, quase não nos falamos mais desde que eu vim para cá no ano passado. Também não voltei mais para casa desde então, não queria ter que lidar com a minha madrasta nem com o meu meio irmão mimado. Garret tem quatro anos, é um criança linda mas desde cedo foi estragado pela mãe que faz todas as suas vontade e sempre passa a mão em sua cabeça. O telefone chamou algumas vezes até que a ligação foi atendida, mas não foi a voz do meu pai quem ouvi do outro lado e sim da minha madrasta. Mirian_ O que você quer Crystal? Perguntou com impaciência. Crystal _ Falar com o meu pai, ele está por ai? Mirian_ Seu pai está no banho, pode falar comigo que eu passo o recado. Não queria falar com ela, mas o assunto era urgente então não tive escolha. Crystal_ Acho que o papai esqueceu de pagar a minha mensalidade na faculdade, você pode lembra-lo por favor? Mirian_ Não esqueceu não, nos conversamos e decidimos que não vamos mais te bancar, você já tem dezenove anos e pode muito bem se virar, além disso temos que economizar para o futuro do Garret. Ela fala como se contribuisse com alguma coisa, a mulher nunca trabalhou. Crystal_ Você não pode estar falando sério, eu quero falar com o meu pai, cadê ele? Mirian_ Estou falando muito sério, e ja disse que o Jhon está no banho. Crystal_ Mas mirian, eu estudo em horario integral, não tem como trabalhar, além disso mesmo trabalhando não conseguiria pagar a universidade, o aluguel e todas as minhas despesas. Mirian _ Se vira, você tem o dinheiro do seguro de vida da sua mãe, usa ele. Crystal_ Mas. . . Não tive tempo de dizer mais nada pois ela desligou o telefone na minha cara. O desespero se abateu sobre mim quando olhei para o telefone mudo, ainda não podia acreditar no que tinha ouvido. O pior de tudo foi que o meu pai nem teve coragem de me informar pessoalmente a decisão que havia tomado. Era isso, de agora em diante eu estava sozinha, na real acho que já estava sozinha desde que a minha mãe se foi, só não havia percebido ainda. Respirei fundo e deixei o meu lado pratico assumir o controle, mesmo com o vazio em meu coração e mesmo que o último resquício de que eu tinha um pai que se importava tivesse acabado de se esvair, eu precisava pensar no que fazer, foi por isso que entrei no aplicativo do banco onde o dinheiro do seguro de vida da mamãe ficava guardado, conferi o valor e vi que era suficiente para me mater pelo resto do semestre. Depois eu não sei como faria, teria que me informar sobre as bolsas de estudo e tentar uma. Batidas na porta ecoam pelo quarto me fazendo levar um susto e cair da cama, era a Gina. Gina_ Crystal! Acorda, vamos nos atrasar para a aula. Aposto que ficou lendo até mais tarde de novo e perdeu a hora. A voz da minha melhor amiga do outro lado da porta me desperta do meus pensamentos, nem tinha percebido que estáva atrasada. Crystal_ Cinco minutos e estarei pronta! Grito de volta enquanto corro pelo quarto me arrumando, dicidida a não contar nada para ela por enquanto, não quero preocupa-la com os meus problemas Gina_ Cinco minutos, nem um minuto a mais. Não quero me atrasar de novo por sua causa, aposto que ficou lendo os seus livros até tarde ontem e por isso acordou atrasada. A se ela soubesse o que realmente me fe, atrasar. Não que eu não tenha ficado ate tarde lendo mesmo, é o que eu mais amo fazer, adoro um bom livro de romace, principalmente os de mafia. Crystal_ Não vamos nos atrasar, já estou saindo. Visto a primeira roupa quente que encontro e calço as minhas botas, quase caindo na presa, Nova York nessa época do ano é bem fria e não estou a fim de pegar um resfriado por não me agasalhar direito. Corro para o banheiro, prendo meus longos fios loiros em um coque bagunçado, escovo os dentes e lavo o rosto em tempo recorde. Coloco os óculos, que só preciso usar para ler, mas que, se não viver com eles na cara, acabo os esquecendo por aí, e saio do quarto. Chego na sala; no último minuto, Gina me olha da cabeça aos pés e sorri. Gina_ Você tem sorte de ser tão bonita, porque com essas roupas horríveis que usa, só seu rostinho de anjo para te salvar. Crystal_ Ei, não me julgue, foi o melhor que consegui fazer em cinco minutos. Falo, dando de ombros enquanto saímos de casa. Gina_ Ata, como se não andasse sempre assim. Ela me conhece bem; como não conheceria? Somos amigas de infância. Desde que eu me entendo por gente, Gina está em minha vida. Ao contrário da minha familia de merda a Gina tem uma família amorosa, mãe e pai presentes, além de dois irmãos mais novos, os gêmeos encapetados como ela costuma chamar. Gina_ Ainda bem que a gente mora perto do Campos e dá para ir a pé, o trânsito hoje esta mais lento que tartaruga. Crystal_ Verdade, mas ainda assim preferia ir com a minha bicicleta. Gina_ Nem pensar, você é estabanada demais para andar de bicicleta em um lugar tão movimentado, da última vez quase bateu naquele ônibus. Crystal_ Que culpa eu tive se o ônibus surgiu do nada? Gina_ Do nada não, você que atravessou a toda a velocidade no sinal vermelho. Dou de ombros e faço um bico, sabendo que ela está certa, mas ainda não me conformo dela ter escondido a minha bicicleta. . . O celular de Gina toca, provavelmente é Kelan o namorado dela e pelo sorriso em seu rosto ao atender a ligação tenho certeza de que meu palpite está certo. Enquanto ela conversa com o namorado permaneço em silêncio, a mante vagando para a conversa com Mirian e para a minha nova realidade, estou por conta propria agora, preciso mesmo correr atrás de uma bolsas de estudos. Presa em meus pensamentos mal presto atenção no caminho até que ouso uma busina alta. Gina_ Crystal, cuidado!! . . .Romeo Esposito Olhei para a minha bambina dormindo exausta em nossa cama, o corpo nu ostentando as marcas que deixei em sua pele de porcelana.Mordidas, chupões, tapas na bunda e pegadas fortes demais.Tudo era como um lembrete da minha brutalidade.Crystal não reclamou em nenhum momento, ela adorou cada segundo disso e, no fim das contas tenho que admitir que me dá um tesão da porra ver cada uma daquelas marcas e saber que eu fui o responsável por elas.Meu telefone vibrando em meu bolso foi o que me fez tirar os olhos dela.Estava sentado em uma poltrona a horas olhando para ela com um copo de Wysk meio vazio nas mãos.Era George avisando que estava na hora de seguirmos para a nossa missão.Pois é, não viemos para a Florida somente a passeio, tinhamos trabalho a fazer, mas como já estava a muitos dias longe da minha bambina eu a trouxe comigo, depois que liquidasse o imbecil que vim caçar aqui, poderei aproveitar Miami com ela sem nenhum empecilho.Sai do quarto deixando dois solda
Romeo Esposito Crystal entrou no banho apos preparar uma pequena mala e eu fiquei no quarto na companhia de George que havia entrado ali a alguns minutos e o pior, Crystal me fez aceitar levar o cachorro também.Quero só ver a cara do George quando conhecer o cão que tem o mesmo nome que ele, vai ser divertido.Quando escutei o barulho do chiveiro sendo ligado sai do quarto e desci para a sala.Não estava gostando nada nada daquele idiota rondando a minhas mulher e ia deixar claro a minha insatisfação.Encontrei os dois idiotas ainda sentados no sofá.Assim que me viram voltaram a fingir que organizavam as bebidas.Romeo_ Não precisam fingir para mim, sei que só inventaram essa festa para esse babaca ai tentar alguma coisa com a minha mulher.Kelan_ Olha só a gente não quer briga, nem sabiamos que vocês estavam namorando serio.O namorado da amiga da Crystal falou na defensiva.Romeo_ Não sabiam? Por acaso não deixei isso claro da última vez?Jason_ Que se foda, namoros terminam, e o
Crystal Dixson Ficava olhando para o religio a cada oportunidade que eu tinha, estava doida para terminar o meu turno logo.Com certeza não fou uma boa ideia fazer amor com ele no carro antes de vir trabalhar, minha calcinha estava arruinada e mesmo eu tendo me limpado no banheiro da lanchonete, parecia não ter sido o suficiente.Tinha a sensação de que o semen dele ainda estava dentro de mim e ficava saindo aos poucos deixando a minha calcinha ainda mais melecada.Feluzmente hoje eu estava no caixa substituindo a minha colega que faltou porquê se tivesse que ficar andando de um lado para o outro não ia dar bom.Quando finalmente o relógio marcou seis da tarde em ponto, respirei aliviada ao mesmo tempo em que Romeo passou pela porta da cafeteria pontual como sempre.Ele havia tomado banho e trocado de roupa e estava como sempre lindo em um dos seus ternos sobre medida.Romeo_ E então pronta para ir?Perguntou com um sorriso pequeno brincando nos labios.Crystal_ Sim, só vou no meu ar
Romeo Esposito Enquanto dirijo com minha bambina sentada no banco do passageiro ao meu lado, penso nos ultimos dias.No domingo depois que deixei Crystal em sua casa, recebi uma ligação do meu pai, ele estava solicitando meus serviços de executor.Aquilo me irritou, mal havia acabado de voltar da Itália e ele já queria que eu fosse para Dubai lidar com um maldito Sheik que aparentemente não estava repassando nossos lucros como deveria passar nos negócios que tinha com a Nostra.Mesmo a contra gosto tive que viajar as pressas para atuar em uma emboscada já armada por Roco que também participaria da caça.Acontece que um traidor infiltrado entre os homens do meu pai avisou o Sheik de merda sobre os nossos planos, e por conta disso nossa missão acabou demorando mais do que o previsto.O pior de tudo foi me celular ter se ferrado em um dos confrontos e eu não ter tido como ligar para minha bambina já que não sabia o número dela de cór.A partir de agora decoraria o número dela para ter m
Último capítulo