O braço de Matteo pesa sobre minha cintura mesmo enquanto ele dorme. É firme, quente, quase imóvel. Não parece um abraço — parece um limite, uma barreira silenciosa entre mim e qualquer coisa que ouse se aproximar. Ainda assim, deixo meu coração mentir para mim por alguns segundos, fingindo que é afeto. Ou talvez eu só queira acreditar nisso, porque sou eu quem gosta de estar ali, envolvida por ele.
Respiro fundo antes de me mover.
Com cuidado, milimétrico, retiro o corpo debaixo do braço d