O carro desacelera diante do prédio iluminado como se fosse parte de um cenário antigo, daqueles que parecem existir fora do tempo. O palácio — porque não há outro nome — ergue-se imponente, com colunas altas, janelas arqueadas e luzes douradas refletindo nos degraus de pedra. Um baile. Não apenas um evento elegante, mas algo carregado de tradição, poder e códigos silenciosos que não estão escritos em lugar nenhum.
O motorista abre a porta primeiro para Matteo.
Ele desce com a postura de se