Saio da casa quase correndo.
O ar parece pesado demais para entrar nos meus pulmões, e minhas mãos tremem enquanto abro o carro às pressas. Entro, bato a porta com força e, por alguns segundos, fico ali parada, tentando respirar. Meu coração está tão acelerado que dói.
— Não… não… — murmuro para mim mesma.
Pego o celular com dedos trêmulos e procuro o nome dele.
Matteo.
Dou partida no carro ao mesmo tempo em que levo o telefone ao ouvido. O motor ruge alto demais, ou talvez seja só o