Acordo no meio da madrugada sem saber exatamente o motivo.
O quarto está mergulhado em um silêncio quase absoluto, quebrado apenas pela respiração constante ao meu lado. Viro o rosto devagar e meus olhos encontram Matteo.
Ele dorme.
E isso, por si só, já é estranho.
Não há tensão em seus ombros, não há aquela postura rígida de quem está sempre atento, sempre pronto para reagir. Seu rosto está relaxado, os traços fortes suavizados pelo descanso. A linha dura da mandíbula perde a imponência, os l