Mundo de ficçãoIniciar sessãoJordan segurou meus braços com força e começou a sacudir meu corpo, ele está visivelmente irritado com o fato de eu ser tudo aquilo que minha irmã falou de mim. - Ela disse que você é uma ladra, por isso desapareceu da sua cidade natal. Eu comecei a rir enquanto às lágrimas escorriam pelo meu rosto. - Sim, eu sou tudo aquilo que ela disse. Sorrio. - É tão fácil acreditar em uma desconhecida, quando a falta de confiança entre nós. Empurrei meu corpo afastando-me dele, fui até a porta e abri. - Eu sei que você dormiu com ela. Murmurei machucada, meu noivo foi a cama com minha irmã, ele dormiu com minha irmã. - Estamos quites, eu sou uma pessoa odiosa e você. Limpei às lágrimas no rosto. - É meu maior arrependimento. Suspirei. - Se eu pudesse voltar atrás, teria mudado todo meu passado com você. Jordan, você é um ser abominável. ÍRIS ORLANDO é uma mulher simples, agradece pelas pequenas conquistas e vive um dia de cada vez, maltratada pela sua mãe, odiada pela sua irmã, ela suportou tudo sozinha, trabalhando de bar em bar, casa em casa, pois não tem dinheiro ir a escola ou uma alimentação decente, viu seu destino mudar ao ser indicada para trabalhar numa mansão de um milionário, esperançosa, com um trabalho decente, tudo que ela queria é finalmente viver sua vida, até que a noiva ciumenta do seu patrão coloca os olhos nela fazendo sua vida um inferno. JORDAN MENDES é um homem frio, 37 anos, empresário milionário do ramo de automóveis, tem tudo o que quer, dinheiro, poder e mulheres, ferido e magoado, ele ofereceu dinheiro a uma pequena empregada para passar a noite com ele, a resposta, mudou drasticamente a vida deste empresário solitário.
Ler mais***CAPÍTULO 1***
ÍRIS ORLANDO NARRANDO CIDADE DE NEVADA, SEGUNDA-FEIRA, 5 DE OUTUBRO DE 2026 A neve caía lentamente sobre meu corpo, balancei rapidamente meus pés tentando aquecer meu pequeno corpo, meus ossos parecem congelar, meus lábios estão partidos por causa da temperatura baixa. Minha camisola azul mal aquece meu corpo, Deus, estou congelado, este ônibus está demorando chegar, Cruzei meus braços tentando me aquecer, porque tinha que ser assim? Depois de longas horas trabalhando no restaurante como ajudante de cozinha, tudo que queria era um pouco de conforto e descanso, entretanto, o dia ruim não poderia piorar, está nevando, mal consigo ficar em pé, o ônibus está atrasado, uma péssima combinação para única pessoa. Suspirei aliviada ao ver o ônibus chegar, entrei no autocarro finalmente sentindo meu corpo me agradecendo, finalmente estava um pouco aquecida. Desço do ônibus calmamente, observei as ruas iluminadas do meu bairro, parece uma cena de filme, rua deserta, neve caindo e uma mulher caminhando sozinha, que terror. - Íris, Íris. Tia Vanessa levantou seu braço chamando-me, sorrio para ela enquanto invadia seu quintal indo para varanda, Tia Vanessa é sempre boa comigo, é gentil e amorosa, muito diferente da minha própria mãe. - Menina, você está congelando. Ela falou com urgência, tocou meu ombro enquanto entramos na sua casa. - Eu te dei casaco de frio, porque não está usando? Ela perguntou enquanto corria para cozinha, eu segui seus passos, o cheiro delicioso de comida quente fez meu estômago roncar. - Lave às mãos, tenho uma novidade para você. Eu sorrio indo para pia lavar minhas mãos. - Beba. Tia Vanessa entregou-me caneca de chá. - Onde está sua camisola? Balancei a cabeça negativamente. - Sua irmã levou? Ela praticamente gritou. - Ela disse que era bonita demais para mim. Justifiquei, depois encolhi os ombros. - Eu comprei para você, com meu dinheiro, aquelas mulheres, aquelas mulheres são horríveis, olha para você, passando frio, quase morrendo, trabalhando para sustentar aquelas folgadas. Ela disse indignada, dei um gole na bebida quente, é muito bom, é muito bom, sentei à mesa. - Minha menina. - Estou juntando dinheiro para pagar um aluguel, falta bem pouco, irei me livrar delas. Eu digo sorrindo, ela não deveria se preocupar, meu destino vai mudar. - Uma tia minha, disse que na mansão onde trabalha estão contratando novos funcionários, eu sugeri você, ela concordou. Tia Vanessa informou sorrindo. - Mansão? Nesta cidade não tem mansões, é uma cidade legal, sem violência, algumas empresas, nada tão luxuoso ou extravagante. É uma cidade meio sonolenta. - No centro do país. O quê? Sair daqui? Minha mente ficou totalmente em branco, eu, eu não esperava trabalhar tão longe de casa. - Menina, você vai melhorar sua vida, conhecer pessoas legais, ter a chance de estudar, lembra? Você não terminou os estudos. - Escola? Eu murmurei em choque, eu parei cedo de estudar pois minha mãe escolheu que minha irmã mais nova fosse a escola, ela é sua filha favorita, faz tudo para ela, compra melhores roupas e uma boa educação. - Escola. Ela disse esperançosa. - Pense direito, eu vou dar um jeito de você ir trabalhar, vou procurar um quarto para você morar enquanto você junta dinheiro para alugar uma casa, o resto, dependerá de você. Ir embora? - Vou buscar a camisola do seu tio, quero ver se elas terão coragem de vestir roupas do meu marido. Tia Vanessa disse decidida, ela foi em direção às escadas, dei outro gole na bebida quente, ir embora? - Aqui, esta camisola é bem quente, não passará frio. Balancei a cabeça concordando. - Muito obrigada, tia. Eu sorrio, ela me entregou a camisola e eu vesti, aquecendo totalmente meu corpo. - Você é tão pequena. Tia Vanessa disse olhando atentamente para camisola que ficou grande no meu corpo. - Eu queria tanto ter filhos, mas Deus, infelizmente, ainda não conseguimos, ver como aquela mulher te trata, parte meu coração. Eu balancei a cabeça negativamente. - Estou acostumada, não se preocupe comigo, tia. - Sente, coma, preparei peru, sei que adora. Eu sorrio, eu gosto de carne de peru, tia Vanessa encheu meu prato de comida, eu comi tudo, depois me despedi dela. Caminhei feliz por ganhar nova camisola, é bem quente, confortável, não irei passar frio novamente, entrei na varanda de casa quando ouço; - Mãe, é uma festa luxuosa, gente importante vai estar lá. Abro a porta e entrei, vejo muitas sacolas no chão da sala e minha irmã vestido um vestido longo vermelho, é muito bonito, com certeza custou caro. - Você chegou. Mamãe que está sentada no sofá com prato de comida disse. - Sim, cheguei. Respondo. - Passou da casa daquela mulher infértil? Essa camisola é do marido dela. - Mãe, Concentre-se em mim, preciso conseguir um marido rico, essa aí só serve como empregada. Eu sorrio e vou para cozinha organizar a bagunça delas. - Eu sou universitária, mereço vestir roupas caras. Eu ouço Laís falar, sim, mamãe investiu uma boa educação para ela, diferente de mim. Limpo pratos para sobreviver e sustentar a casa. - Mãe, não tenho dinheiro, se eu deixar que os outros paguem as contas, vou parecer pobre. - Não se preocupe, vou conseguir dinheiro para você. Eu sorrio, há quem consegue tudo de bandeja, terminei de limpar a cozinha e vou para o banheiro tomar banho, depois para cama. Na manhã seguinte, saí cedo para trabalhar, lavar louça, organizar a cozinha e ajudar o cozinheiro com a comida, quando meu turno terminou, fui para o ponto do ônibus, depois passei da casa da tia Vanessa, quero saber como ela está e ganhar um prato de feijoada, na minha casa nunca tem jantar para me, elas comem tudo, não deixam nada, sobrevivo graças a bondade da minha tia, ela é generosa, não me deixa dormir sem comer. Cheguei em casa um pouco depois das 7H da noite, estranhei o silêncio da casa, fui lavar louça e organizei a cozinha, depois tomar banho como de costume, quando entrei no quarto, vejo minhas roupas bagunçadas, meu cofre, rapidamente abro o guarda-roupa a procura da pequena lata que guarda minhas economias, eu, eu quase caio quando não encontrei. Elas, elas levaram tudo, todo meu dinheiro, todo meu dinheiro, cadê, será que troquei de lugar? Não, impossível, eu guardei aqui. - Estava aqui, estava aqui. Eu murmurei em desespero. - Está procurando pelo seu dinheiro? Vejo a sombra da minha parada na porta, ela está segurando lata da minhas economias, ela abriu, ela abriu. - Sua irmã precisava de dinheiro para ir ao um jantar chique, eu sei que você não tinha planos com esse mísero centavos, peguei e dei a ela. Mísero centavos? Ela jogou a lata no chão como se não fosse nada, eu, eu. - Durma cedo, você precisa trabalhar.***CAPÍTULO 68 FINAL ***JORDAN MENDES NARRANDOÍris estava quieta desde que cheguei do trabalho, segundo Zuleide, ela mandou embora sua mãe e irmã da mansão, desde então, ela estava quieta, Íris virou seu corpo na banheira para me olhar.- Ela estava grávida.O quê? - Não era seu filho, aliás, ela drogou você para conseguir aquelas fotos, nunca houve algum tipo de contato.Graças a Deus que minha inocência foi comprovada- Eu instruí Zuleide a adicionar ervas abortivas no seu chá, ela perdeu o bebê.Íris murmurou no tom de arrependimento.- Eu não sou tão diferente delas.Ela riu.- Só de imaginar que eu ficaria presa a ela por causa do vosso suposto filho, eu fui bem mais cruel.Ela pousou sua cabeça no meu ombro.- Eu posso chorar?Essa pergunta quase me fez rir.- Pode chorar.Murmurei tranquilizando-a.- Eu não a odeio, só não a quero perto de mim.Ela me abraçou forte.- Tudo bem, tudo bem.- Você não sabe às coisas horríveis que passei, elas...- Passado, é passado, estou aqu
***CAPÍTULO 67***ÍRIS ORLANDO NARRANDOLaís e minha mãe saíram andando em direção para fora da mansão, que grupo desagradável, ainda tem a ousadia de pedir um carro.- Íris...Tia Vanessa levantou os olhos.- Você não vai trabalhar?Perguntei ao Jordan.- Não terminei de tomar café.Eu suspirei fundo.- Vou terminar de comer na cozinha.Ele ficou em pé.- Cozinha não é seu lugar.Ele voltou a sentar.- Pode falar tia.Falei sentindo meu humor mudar.- Coma, você parece stressada.Eu estou, aquela vadia, ainda tem a ousadia de dizer que Jordan adora uma vadia.- Você gosta de vadias?Perguntei e ele engasgou-se, tentou ficar em pé rapidamente enquanto tossia.- Senhor, beba água.Zuleide o ajudou.- A gravata.Eles lutaram tentando tirar a gravata rosa, Jordan sentou na cadeira finalmente respirando, ele parecia um cão desesperado.- Vou trabalhar.Ele murmurou ficando em pé.- Você não me respondeu.- Deus, porque mulheres gostam de nos matar de coração.Ele comentou saindo andando e
***CAPÍTULO 66***LAÍS ORLANDO NARRANDO Acordei com dores fortes no meu estômago e corri para o banheiro, quando sentei na pia senti uma onda de dor e algo sair, quando levantei vi um pequeno feto, tão pequena como a minha esperança.- Filha, acorda para nosso primeiro dia de trabalho.Eu estava parada em choque, não, não, não.- Filha.....- Eu sofri aborto espontâneo.Murmurei sentindo uma onde de sentimentos, perdi a chance de conseguir uma boa pensão alimentícia no Jordan, claro que esse filho não era dele, quando elaborei meu plano, eu estava grávida de duas semanas, tempo que ninguém ousaria desconfiar se eles me confrontar, estava tudo perfeito, só faltava fingir desmaio e todos saberiam que eu supostamente dormi com Jordan.Algo que não aconteceu, mas, ninguém sabe disso.- Nossa pensão alimentícia já era.Mamãe gemeu desconfortável.- O que a gente vai fazer? É evidente que sua irmã não vai nos dar dinheiro, pior, você gritou aos 4 ventos que só voltaria rica.Há muita confu
***CAPÍTULO 65***JORDAN MENDES NARRANDO- Bom dia, chefe, que bom que sobreviveu.Eric comentou em tom de deboche, se esse é seu jeito de se preocupar comigo, estou bem ferrado.- Poisé.Respondo automaticamente.- Ela não está chateada com você?Não sei dizer ao certo, no entanto, nossa conversa foi muito produtiva, o que me tranquiliza, apesar de ter ficado a questão do que aconteceu naquela noite, ela não me xingou ou tentou me afastar, estamos num ótimo caminho.- Como está a decorrer as investigações?Questionei.- Ainda estão investigando todos os funcionários e trabalhadores do hotel, levará algum tempo.Imagino que demore mais que o esperado.- E a investigação da Laís?- Estamos indo bem, faltam algumas informações.Muito bom, muito bom.- Coloque elas em algum departamento sem acesso aos papéis importantes, do jeito que são, ainda poderiam vender informações da empresa para nosso rival.- Não é melhor dar dinheiro a elas?Eric perguntou.- Arranjar problemas para mim? Não,
Último capítulo