Mundo de ficçãoIniciar sessão***CAPÍTULO 2***
JORDAN MENDES NARRANDO Olhei para neve caindo no jardim da minha mansão, essa época, meus cílios balançaram calmamente enquanto respirava profundamente, sou Jordan Mendes, 37 anos de idade, empresário multimilionário no ramo de automóveis. - Jordan, querido. Não precisei virar meu rosto para saber quem era, Rosa sentou ao meu lado, seus olhos olharam para janela, sem curiosidade nenhuma. - Vou trabalhar, depois voltarei para casa, ainda não somos casados para dormir muitas noites aqui. Como se ela fosse virgem. O pensamento vagou muito antes de ter controle, Rosa trabalha no rumo publicitário, muitos dizem que sua beleza é encantadora, que sou surtudo por a conhecer, vozes de pessoas que enxergam beleza como se fosse tudo na vida, se soubesse que por trás desde rosto belo, há um monstrinho, não ficariam tão encantados. - A peste da sua filha destruiu meu vestido.. É, há certos hábitos que não mudam, fiquei em pé indo para o banheiro. - Não me deixe falar sozinha. Ela reclamou entrando no interior do banheiro. - Você não ia embora? Tirei minha camisa pijama, me livrei das minhas calças sem me importar com a nudez, ela viu mais que meu corpo tonificado, quando a fodi ferozmente contra parede, ou quando ela me deu sua bunda em troca de uma jóia que ela tanto queria. Ela não chorou, não reclamou de dor, deu-me sua bunda, gemeu como se fosse a coisa mais natural do mundo, minha querida noiva é uma vagabunda interesseira, só sua beleza parece convicta. - Vou embora. Espiei pelo canto do olho esquerdo, ela saiu do quarto pisando fundo, que bom, depois de tomar banho, entrei no closet, escolhi minha gravata calmamente enquanto meus pés descalços davam alguns passos calmos, meu corpo nú mantinha a postura calma, abro uma gaveta e pego a minha cueca que encontrei, visto calça preta de pano, uma camisa branca, uma gravata azul, um colete depois blazer da cor preta, usei meias depois sapatos formais da mesma cor do terno, penteei meus cabelos, em seguida passei perfume e finalizei usando relógio. - Bom dia, senhor. A governanta Zuleide disse, ela está no meu quarto provavelmente para trocar os lençóis da cama e arrumar nossa bagunça. - Conseguiu um novo pessoal? Questionei sobre ajuda extra que ela pediu, está mansão é enorme, ela não consegue lidar com tudo sozinha. - Sim. Ela afirmou, saí do closet para o quarto, Zuleide está arrumando minha cama. - Flor acordou? Questionei alcançando meu telefone na cabeceira. - Sim senhor, levantou, está tomando café da manhã. Saio do quarto indo para às escadas, lentamente a sala apareceu no meu campo de visão e minha filha está sentada à mesa tomando café da manhã enquanto ouve música, Flor, nome dado pela mãe, minha falecida esposa, tem 10 anos, uma garota animada como dramática, a pré adolescente está virando seus hormônios e tornando meus dias infernais. - Pai, você demorou. Ela virou seu rosto sorrindo para mim. - Eu sinto muito, demorei no banho. Finalizei as escadas indo para seu encontro, dei um beijo na sua testa antes de me sentar no meu lugar. - Aquela coisa que chama de noiva foi embora, estou feliz, mas tarde vamos jogar xadrez. Eu dei um suspiro profundo. - Ela disse que você rasgou seu vestido. Já que ela tocou no assunto. - Eu rasguei? Quando? Mal subo no andar de cima, além do mais, aquelas roupas que chama de vestido não me interessa nada em rasgar, ela tem um gosto interessante, ainda quer casar com meu pai? É descaramento. Franzi o cenho surpreso por ela ser tão sarcástica e usar palavras bonitas para ofender, essa escola de elite está fazendo um ótimo trabalho. - Porque você não gosta dela? Questionei enquanto servia ovos. - E você gosta dela? Levantei os olhos. - Não faça essa cara, todos dizem que você é frio como pedra, seco como rocha, mas, é meu pai, não tenho medo das suas caras e bocas. Ela disse ficando em pé. - Tenho que ir, não se atrase para o café da manhã. Ela pegou sua mochila e saiu da sala como se eu tivesse estragado seu dia, preciso de manual de como se educa uma adolescente. - Senhor. Jorge, o chefe de segurança disse invadindo a sala. - A locomotiva de segurança está pronta. Joguei o guardanapo na mesa e fiquei em pé, saímos da sala para garagem, entrei no carro e aguardei o motorista me levar ao trabalho. - Bom dia, senhor. Assenti enquanto caminhava pela recepção, às pessoas paravam para me cumprimentar, outros saiam correndo para seus postos de trabalho, outros ficavam encantados, entrei no elevador e cliquei para o andar presidencial. - Bom dia, senhor. Eric, meu secretário disse enquanto entregava-me bloco de documentos. - Os patrocinadores querem marcar uma reunião. Não estamos à beira de um lançamento, o que eles querem. - Por qual motivo? Questionei entrando na sala, fui até minha cadeira e sentei. - Eles estão reclamando da demora de um novo projeto. Demora? Temos alguns meses até o verão, não vou arriscar um lançamento tão neste inverno, é um mau negócio. - Sem lançamentos no inverno, as pessoas estão preocupadas com black Friday, temos carros em estoque para promoção, depois vem a promoção do natal, janeiro é um mês calmo, faremos barulho em fevereiro e iremos lançar novo modelo de carro em maio. Sem reuniões com patrocinadores, ele não irão me deixar em paz por longos dias cansativos. - o departamento de projetos enviou alguns rascunhos dos designers. Ergui minha mão para alcançar pasta de desenhos, dei uma olhada rápida, nada de especial, eles estão sem criatividade? - Diga-nos para ir descansar, isso está horrível. Devolvo a pasta de rabiscos de desenhos. - Estes são terceiros rascunhos que enviaram, não sei se conseguem adivinhar o que deseja O que ele está tentando falar? Cruzei os braços enquanto jogava meu corpo contra o encosto da poltrona. - Senhor está sem criatividade, imagine o que a equipe de design está passando, sem tema, sem uma história, é impossível desenhar um novo modelo de carro. Eric disse, balancei a cabeça calmamente enquanto processava suas palavras, é a primeira vez que estou sem ideias para meu novo trabalho, não é nada bom, talvez, eu esteja a dormir mal, em alguns dias tudo voltará ao normal. - E o diretor criativo? Questionei, Eric balançou a cabeça negativamente, que merda. - Guarde todos rabiscos, depois cuido disso, como estão indo as vendas? Questionei sobre o balanço do último lançamento. - Positivo. - A equipe de marketing enviou algum relatório sobre propaganda? - Não que eu saiba. - Exija o relatório e contação dos gastos. - Sim senhor.






