Mundo ficciónIniciar sesiónEu sabia exatamente o que estava fazendo.
Cada pose, cada sorriso insinuante que lancei durante aquele ensaio era uma provocação direta. Não para o fotógrafo. Não para a revista concorrente. Mas para ele. Para Dante.E quando meus olhos encontraram os dele no canto do estúdio, duros, cheios de fúria contida, eu quase sorri. Eu queria aquilo. Queria vê-lo perder o controle.Assim que a sessão terminou, fui para o camarim. Meu corpo ainda queimava pela adrenalina e pela ou






