127. Que comecem os jogos
Eu acordei com a sensação deliciosa de vitória.
Não apenas porque tinha dormido numa cama macia, cheirando a lavanda — e, discretamente, a ele — mas porque o corredor da noite passada ainda pulsava dentro de mim.
O Dante saiu dali completamente desarmado.
E eu?
Eu dormi sorrindo.
Levantei antes do sol.
Não porque estava ansiosa, mas porque hoje seria meu dia.
Meu ensaio.
Minhas regras.
Meu jogo.
E, principalmente:
minha revanche.
A mansão já estava em movimento quando de