128. O sabor da vitória
Eu ainda estava quente.
Não do set, não das luzes…
Mas da sensação deliciosa de ter virado o jogo.
Depois de trocar de roupa e vestir algo leve, fresco, confortável, deixei o camarim com aquele sorriso que só aparece quando o mundo finalmente entende seu lugar — e, naquele momento, o mundo atendia pelo nome Dante.
O salão estava sendo desmontado. Tripés descendo, luzes apagando, cabos sendo enrolados.
A equipe exausta… mas feliz.
E eu?
Eu flutuava.
Foi aí que senti um braço passar pelo