A noite ainda estava escura quando Eleanor e Theo voltaram à estrada. A conversa com Rupert os havia deixado em silêncio — não pelo desconforto, mas pelo peso das peças que, finalmente, começavam a se encaixar. O nome de Celia aparecia em mais de uma ponta do labirinto: como amante silenciosa, possível testemunha, talvez até cúmplice.
— Ainda acha que ela vai colaborar? — Eleanor perguntou, observando os reflexos das árvores passarem pela janela.
— Não sei — Theo respondeu. — Mas se ela souber