A tarde estava cinzenta em Yorkshire, e o vento parecia sussurrar entre as árvores como se a própria terra quisesse contar uma história há muito esquecida. Eleanor e Theo estavam sentados à mesa da biblioteca da casa, cercados por documentos, recortes e anotações. Mas havia uma coisa que não saía da mente de nenhum dos dois: a fotografia encontrada dentro do diário da tia Vivienne. Celia, Rupert e Amélia — verão de 1993.
Celia. A mulher da carta. A mesma que estivera próxima demais dos pais de