9. Um pai?
Eliza*

A manhã passou num ritmo estranho. Não foi ruim. Também não foi boa. Foi… silenciosa.

Ver Rafael na mesa com o filho era como não ver nada. Tudo distante. Lucas falava pouco comigo, mas falava na minha presença, age como a criança que é na minha presença. Com o pai, era diferente. A postura mudava. A voz ficava firme demais. Educada demais. Como se estivesse diante de alguém que não podia errar.

Perto de Rafael, Lucas não era criança. Era soldado.

Quando Henrique chegou, tudo mudou.

Lucas
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