Depois que Isabela sumiu entre as árvores do parque, o mundo não parou. Mas dentro de mim, algo quebrou — ou talvez tenha se reconfigurado. Era como se eu tivesse visto, pela primeira vez, o rosto daquela ausência que pairava sobre a casa. E não era um monstro. Era uma mulher. Uma mãe. E isso a tornava mil vezes mais perigosa.
Arthur não dormiu naquela noite. Fiquei sabendo porque passei por sua biblioteca duas vezes — uma para pegar água, outra para ver se estava tudo bem com Sophia — e ele es