Capítulo 15

Aquele bilhete não saía da minha cabeça.

“Obrigada por cuidar da minha flor. Mas flores pertencem às mães.”

Eu li e reli aquelas palavras enquanto preparava o café da manhã, enquanto escovava os dentes de Sophia, enquanto fingia que o mundo ainda girava normalmente. Mas não girava. Algo tinha se partido — ou melhor, algo tinha sido plantado. E agora, como semente regada com medo, começava a brotar.

Sophia estava mais quieta do que o normal. Não chorava, não gritava, mas olhava pela janela do ja
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