Por um instante, tudo parou.
O riso de Isabela ecoou na casa abandonada. Mas não era um riso de derrota — era o riso de quem ainda segurava uma carta escondida.
— Vocês acham que venceram? — repetiu, os olhos fixos em mim.
E então aconteceu.
Num movimento que parecia ensaiado em silêncio durante anos, ela dobrou o corpo para trás, usando o próprio peso para desequilibrar Larissa. O braço que envolvia seu pescoço afrouxou por uma fração de segundo — foi o suficiente. Isabela girou, ágil como uma