A casa estava silenciosa.
Silenciosa demais.
Sophia finalmente tinha dormido depois de quase uma hora de chorinho cansado. Eu ainda conseguia ouvir a respiração suave dela pelo monitor em cima da mesa da cozinha.
O visor azul piscava.
Subindo.
Descendo.
Eu estava encarando aquilo quando meu celular vibrou.
Peguei o telefone distraída, esperando alguma mensagem de Arthur, já que não tinha o número de ninguém.
Mas o número não estava salvo.
Sem nome.
Sem foto.
Apenas um número desconhecido.
E uma