Cláudia observou pela janela do escritório enquanto Alice atravessava o pátio do orfanato.
A menina — não, a mulher — estava sentada no banco antigo de madeira, conversando com Lívia como se o tempo nunca tivesse passado.
O sol da tarde iluminava o cabelo dela, e por um instante aquela cena parecia quase… inocente.
Cláudia apoiou as mãos na mesa.
Interessante.
Muito interessante.
Alice tinha voltado.
Sozinha.
Ela inclinou levemente a cabeça, analisando cada detalhe do que via.