Mais algumas semanas depois…
A casa nunca mais ficou em silêncio.
Nem quando estava quieta.
Porque agora…
tudo parecia estar sempre… esperando.
A bolsa já estava pronta.
Encostada no canto do quarto.
Há dias.
Arthur fingia que não olhava.
Mas olhava.
Todo dia.
Sophia já tinha reorganizado ela três vezes.
Sem ninguém pedir.
— Tem que colocar o ursinho.
— Não é pro bebê — falei pela terceira vez.
— Mas ele vai querer.
— Talvez queira outro.
— Não. Esse é melhor.
Arthur, do outr