Alguns dias depois…
A casa estava… diferente.
Não visivelmente.
Nada tinha mudado de lugar.
Mas tudo parecia… mais cheio.
Mais vivo.
Era estranho como um segredo, depois de revelado, não desaparecia.
Ele se espalhava.
Se acomodava nos cantos.
Nos olhares.
Nos silêncios.
E nos pequenos gestos.
— Não corre! — falei automaticamente.
Sophia parou no meio da sala.
Virou devagar.
As mãos na cintura.
— Eu sempre corro.
— Eu sei.
— Então por quê agora não pode?
Abri a boca.
Fechei.