A casa de Francesco era o retrato perfeito de um homem que tentava parecer maior do que era. As paredes carregadas de quadros genéricos, as taças de cristal exibidas numa estante imponente e os tapetes vermelhos pareciam clamar por respeito, mas não enganavam ninguém. A máfia dos Estados Unidos já havia virado as costas para ele há anos. Era um nome irrelevante que sobreviveu por favores, não por mérito. Um fantoche. Um oportunista.
Victorio empurrou os portões com força, entrando sem ser anunc