ARIEL MACEY
— Você fica linda de preto, Ariel.
Meu coração batia contra as costelas como um pássaro enjaulado, o medo inicial da emboscada se misturou a confusão.
Ele soltou o ar numa exalação trêmula, e a testa dele caiu, apoiando-se na curva do meu pescoço. O hálito quente dele arrepiou minha pele, mas não havia malícia ali.
— Desculpe... — ele sussurrou, a voz abafada pelo meu cabelo. — Eu precisava... eu só precisava de um abraço.
Fiquei imóvel por um segundo, os braços presos ao lado