ARIEL MACEY
O sol brilhava no céu de Seattle com uma clareza rara e preciosa, como se o próprio universo soubesse que aquele dia não admitia nuvens cinzentas.
Olhei o meu reflexo no espelho de corpo inteiro. O vestido que eu havia escolhido não era um modelo de princesa exagerado, coberto de pedrarias ou com uma cauda quilométrica. Ele era feito de seda branca, fluido, com um decote em coração delicado e mangas caídas nos ombros. Era um vestido que me permitia respirar, andar e, acima de tud