ARIEL MACEY
Eu estava agindo como uma adolescente idiota e assustada, e eu sabia disso.
Depois daquele quase beijo, ou melhor, daquele selinho roubado na minha sala de estar, eu tinha passado as últimas cinco semanas evitando Dante Velasquez como o diabo foge da cruz.
Toda vez que ele vinha buscar ou trazer a Vittoria, eu dava um jeito de estar ocupada. Inventava ligações de trabalho urgentes para a Aria Botanicals, ficava trancada no escritório e mandava a babá entregá-la na porta. Nas pouc