Mundo ficciónIniciar sesiónClarice Cohen tinha acabado de entrar para a faculdade de Direito quando conheceu Klaus Klein que era um estudante de medicina em seu último ano. O namoro é conturbado e acaba terminando quando ele vai estudar fora do país. Quatro anos se passam e Klaus retorna e reencontra uma Clarice um pouco diferente, trabalhando no escritório de advocacia de seus pais e mais independente. Apesar dele se sentir um pouco aprisionado com a ideia do casamento, ele se mostra capaz de fazer qualquer coisa para ficar com ela. Com a chegada das crianças, Klaus percebe que ele não é mais a prioridade de sua mulher e as coisas começam a perderem o rumo quando ele conhece uma jovem estudante de medicina. Mas o que aconteceria se Clarice descobrisse? Ela iria manter o casamento por causa do seu status social ou se rebelaria contra todas as condições impostas pelo casamento? Ela continuaria ser a mesma mulher doce e carinhosa ou a descoberta da infidelidade a levaria buscar a sua própria identidade?
Leer másClarice arrumou a mesa para o café da manhã depois que Klaus foi para o hospital. Era sábado, mas ele precisava ver os pacientes do pós cirúrgico antes de almoçar e relaxar. Sophia foi a primeira a aparecer e sentar-se à mesa. Estava devidamente penteada, mas não sabia se era apenas para trocar de roupa ou pôr um maiô para irem ao clube ou à piscina.- Eu não sei, meu bem. Não tive tempo de conversar com o seu pai sobre os planos para hoje.- Rodrigo nos chamou para jogar com ele.- Depois eu falo com a Catarina. Ela não tem estado bem
Clarice havia acordado mais cedo o que de costume e estava surpresa com o cheiro de café dentro de seu próprio quarto. - Bom dia, Raio de sol.Klaus lhe sorriu enquanto bebia o café em sua caneca "Papaizinho, eu te amo", presente da filha caçula. Clarice se espreguiçou e a camisola revelou mais do que deveria.- Está querendo me provocar, Clarice?- Não mesmo, Doutor. - Droga, Clarice! Eu já estava arrumado para ir trabalhar.Klaus trancou a porta do quarto e tirou a roupa rapidamente. Era engraçado que ela ainda ficasse corada com as investidas do marido por sexo. Era divertido ver aquele casal se comportando como recém casados após tantos anos. Ela sorriu. Dada os maus hábitos do marido no passado, desde que voltaram a realmente a ficarem juntos, depois do quase divórcio e da breve separação, eles tinham resgatado uma química incrível. - Eu sou louco por você, Ruiva.- É difícil acreditar depois de me deixa
Não demorou muito para que Catarina adormecesse e começasse a sonhar. Em seus sonhos ela estava de volta ao tempo de colégio e chegava caminhando debaixo de uma fina, de botas de cavalaria, um sobretudo na altura do quadril preto e usando um guarda-chuva grande vermelho que chamava atencao de longe.- Sua prima?- É. A excêntrica mal humoradinha. Cuidado com ela.- Eu sei. Já levei duas portadas por pedir um beijo depois de entregar algo que mamãe mandou para Dona Olga.- Folgado! Vá com calma! Mais se está mesmo interessado, termine com a Nojinho. Ninguém da sua família gosta dela. Por quê continua?- Na falta de coisa melhor eu fui ficando...- Machista! Paga logo uma puta.- Com que dinheiro? Além disso, aqui só tem puta velha.- Caramba, Felipe! Hoje você está foda.- Eu não tenho escapatória. Eu a acho linda e talentosa, mas ela só tem quinze anos. Vai dar merda. Seu tio me mata se eu atravessar a
Catarina chegou em seu apartamento na companhia do marido um pouco depois de meio dia. Estava abatida e cansada, por isso foi direto para o quarto. Cecília ajeitou as coisas no quarto. Ligou o ar condicionado, fechou as cortinas, afofou os travesseiros, beijou a sua testa e saiu do quarto. Felipe a ajudaria tomar banho e dormiriam um pouco. Ele estava exausto. Iria aproveitar que Rodrigo e Rafael continuavam na companhia dos avós maternos e com Rebecca e Paulo. Eles estavam bem. - Eles vem para casa hoje?- Eu preferia que viessem amanhã. Você dormiria bem hoje e amanhã eu iria buscá-los.- Por mim, tudo bem.
Último capítulo