Acordar com ela por perto era ao mesmo tempo o céu e o inferno.
Charlotte andava pela casa com os cabelos presos de qualquer jeito, uma camiseta larga e o bebê no colo… e mesmo assim, era a coisa mais bonita que meus olhos já viram.
Mas a beleza vinha acompanhada de um lembrete cruel: ela não era minha. Não mais.
A cada gesto dela — a forma como evitava meu toque, como cortava conversas antes que eu dissesse demais, como me agradecia com um "obrigada" contido toda vez que eu fazia algo por ela